O que diz a imprensa sobre a semana “Ocupa o espaço, torna-o Público”

Academia Cidadã apresenta semana de actividades

programa de rádio Vidas Alternativas | António Serzedelo (14:17, 7 de Novembro de 2013)

Clicar aqui para ouvir entrevista.

Vidas Alternativas

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Academia Cidadã quer “dar poder às pessoas” e faz debate com organizadores de manifestações

Jornal da Madeira (14:17, 7 de Novembro de 2013)

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A Academia Cidadã vai apresentar-se ao longo da próxima semana, em Lisboa, através de atividades como um debate com os organizadores de manifestações e uma oficina sobre se o espaço público “é para quem quer ou para quem pode”.

Em declarações à agência Lusa, João Labrincha explicou que a semana intitulada “Ocupa o espaço, torna-o Público” servirá como uma “espécie de apresentação pública” da Academia Cidadã, que tem por objetivo “empoderar [dar poder às pessoas] as pessoas”.
“A Academia Cidadã pretende empoderar pessoas, dar poder às pessoas, fazendo-as perceber que o têm, e dando-lhes ferramentas para que possam intervir civicamente de forma mais concreta e mais regular”, acrescentou.

Esta academia nasceu há mais de um ano, realiza atividades, algumas delas “não públicas”, de formação interna dos seus membros e de oficinas como “moedas há muitas”, sobre alternativas ao euro.

Formado oficialmente por 80 membros, mas com 20 mais ativos, a academia quer que a participação dos portugueses “vá além do voto” seja na rua, ou em casa, através das novas tecnologias, como a internet.

“O voto é importante, mas votar de quatro em quatro anos e depois ficar parado à espera que tudo se resolva e tudo fique bem, a nosso ver não é a atitude mais benéfica para a nossa democracia”, argumentou João Labrincha, um dos impulsionadores da manifestação Geração à Rasca, de 12 de março de 2011.

Dentro da academia há polos como o documental, que serve de arquivo do “movimento social dos últimos anos” ou a incubadora de ideias, ainda em formação e onde qualquer pessoa pode receber “consultoria” jurídica ou como melhor comunicar as suas ideias.
Essas ideias apenas têm de respeitar a carta de valores da organização, que tem por base a carta dos direitos humanos, a carta dos direitos fundamentais da União Europeia e a Constituição da República Portuguesa.

A funcionar temporariamente numa sede cedida pelo Chapitô, em Lisboa, a academia espera um espaço cedido pela câmara municipal, com o preço cobrado a outras organizações não governamentais.

Para a semana “Ocupa o espaço, torna-o Público” vai ser usada a Embaixada de Terra Nenhuma, Galeria Carpe Diem.

Para terça-feira está agendada a oficina com “dinâmicas sensoriais e simulações” para questionar se o espaço público “é de toda a gente ou só para quem pode”, explica João Labrincha, enumerando os exemplos dos invisuais, das diferenças sentidas entre homens e mulheres à noite e das orientações sexuais assumidas no espaço de todos.

O denominado ‘Laboratório da Democracia’ vai organizar, pela primeira vez, um debate entre as organizações das grandes manifestações, incluindo a CGTP, Geração à Rasca, Plataforma 15 de Outubro e Que se Lixe a Troika.
Sob um “título um pouco provocatório”, assumiu João Labrincha, será debatido o “para que servem as grandes manifestações” e preparado, “de alguma forma, o futuro com alternativas, que sejam mais consistentes e fruto de uma cooperação maior”.
Está previsto, através do Laboratório Vivo da Sustentabilidade debate entre eco-aldeias e eco-projetos, nomeadamente a nível da produção alimentar e de energia.
O grupo de ação cultural promoverá uma performance diária, pelas 15:30 intitulada Fantasma e será ainda exibido o documentário “Índios da meia-praia”, ao qual se segue um debate sobre o direito à habitação desde o PREC (Período Revolucionário em Curso) até hoje).

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Debate Academia Cidadã quer “dar poder às pessoas”

AGÊNCIA LUSA (14:15 – 07 de Novembro de 2013) – via Notícias ao Minuto

A Academia Cidadã vai apresentar-se ao longo da próxima semana, em Lisboa, através de atividades como um debate com os organizadores de manifestações e uma oficina sobre se o espaço público “é para quem quer ou para quem pode”.

Em declarações à agência Lusa, João Labrincha explicou que a semana intitulada “Ocupa o espaço, torna-o Público” servirá como uma “espécie de apresentação pública” da Academia Cidadã, que tem por objetivo “empoderar [dar poder às pessoas] as pessoas”.

“A Academia Cidadã pretende empoderar pessoas, dar poder às pessoas, fazendo-as perceber que o têm, e dando-lhes ferramentas para que possam intervir civicamente de forma mais concreta e mais regular”, acrescentou.

Esta academia nasceu há mais de um ano, realiza atividades, algumas delas “não públicas”, de formação interna dos seus membros e de oficinas como “moedas há muitas”, sobre alternativas ao euro.

Formado oficialmente por 80 membros, mas com 20 mais ativos, a academia quer que a participação dos portugueses “vá além do voto” seja na rua, ou em casa, através das novas tecnologias, como a internet.

“O voto é importante, mas votar de quatro em quatro anos e depois ficar parado à espera que tudo se resolva e tudo fique bem, a nosso ver não é a atitude mais benéfica para a nossa democracia”, argumentou João Labrincha, um dos impulsionadores da manifestação Geração à Rasca, de 12 de março de 2011.

Dentro da academia há polos como o documental, que serve de arquivo do “movimento social dos últimos anos” ou a incubadora de ideias, ainda em formação e onde qualquer pessoa pode receber “consultoria” jurídica ou como melhor comunicar as suas ideias.

Essas ideias apenas têm de respeitar a carta de valores da organização, que tem por base a carta dos direitos humanos, a carta dos direitos fundamentais da União Europeia e a Constituição da República Portuguesa.

A funcionar temporariamente numa sede cedida pelo Chapitô, em Lisboa, a academia espera um espaço cedido pela câmara municipal, com o preço cobrado a outras organizações não governamentais.

Para a semana “Ocupa o espaço, torna-o Público” vai ser usada a Embaixada de Terra Nenhuma, Galeria Carpe Diem.

Para terça-feira está agendada a oficina com “dinâmicas sensoriais e simulações” para questionar se o espaço público “é de toda a gente ou só para quem pode”, explica João Labrincha, enumerando os exemplos dos invisuais, das diferenças sentidas entre homens e mulheres à noite e das orientações sexuais assumidas no espaço de todos.

O denominado ‘Laboratório da Democracia’ vai organizar, pela primeira vez, um debate entre as organizações das grandes manifestações, incluindo a CGTP, Geração à Rasca, Plataforma 15 de Outubro e Que se Lixe a Troika.

Sob um “título um pouco provocatório”, assumiu João Labrincha, será debatido o “para que servem as grandes manifestações” e preparado, “de alguma forma, o futuro com alternativas, que sejam mais consistentes e fruto de uma cooperação maior”.

Está previsto, através do Laboratório Vivo da Sustentabilidade debate entre eco-aldeias e eco-projetos, nomeadamente a nível da produção alimentar e de energia.

O grupo de ação cultural promoverá uma performance diária, pelas 15:30 intitulada Fantasma e será ainda exibido o documentário “Índios da meia-praia”, ao qual se segue um debate sobre o direito à habitação desde o PREC (Período Revolucionário em Curso) até hoje).

[artigo original: http://www.noticiasaominuto.com/pais/127844/academia-cidada-quer-dar-poder-as-pessoas#.Unv9VPknSSp]

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De 12 a 16 de Novembro, a Academia Cidadã desafia-nos a preparar alternativas para o futuro

VISÃO (12:04 – 7 de Novembro de 2013) – jornalista: Teresa Campos

O primeiro debate da história com os movimentos que organizaram as grandes manifestações dos últimos anos (dia 14), outro com comunidades e projetos sustentáveis portugueses (dia 13), uma oficina para trabalhar temas como igualdade e discriminação (dia 12), uma noite de cinema com uma obra-prima do processo revolucionário do 25 de Abril (dia 15), intervenções e reflexões artísticas e uma festa no último dia, são algumas das propostas da Academia Cidadã.

Para que servem as grandes manifestações? Produzir a própria comida e energia é assim tão difícil? A construção de habitação em comunidade resolve o problema de quem não tem casa? Praticamos os direitos humanos no nosso dia-a-dia? Podem os cidadãos salvar a Cultura ou é uma obrigação exclusiva do Estado?

“Estamos a lançar o debate. Queremos formular alternativas políticas, económicas e sociais à austeridade, que nos destrói como indivíduos e como comunidade. Queremos que as pessoas se juntem, saiam de casa e venham refletir connosco para, no futuro, actuarmos melhor e em cooperação. Todos os eventos da semana serão gratuitos e organizados por um grupo de voluntários da Academia Cidadã que se recusa a emigrar”, afirma João Labrincha, da organização.

Como ir
Galeria Carpe Diem, Sala da Nação – Embaixada de Terra Nenhuma, Rua de O Século, 79, Bairro Alto. 1200-433, Lisboa.
ACESSOS: Metro (Baixa-Chiado ou Rato), Electrico (28)

Os eventos serão transmitidos em directo pela internet (http://justin.tv/academiacidada).

[artigo original: http://visao.sapo.pt/ocupa-o-espaco-torna-o-publico=f756420#ixzz2jzmbeta0]

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